Nevou!
E finalmente nevou!
Ontem, domingão de noite. Mas não foi nem minha primeira neve na vida, nem a minha primeira neve aqui! Pois é... ops!
Na correria não deu tempo de contar, conto agora!
A dois domingos atrás. Quando ainda não tinha computador em casa. Estava saindo do laboratório, bem tarde, já que não tinha o que fazer em casa e ficava lá pela internet.
Qual não é minha surpresa ao colocar os pés para fora e ver tudo branquinho. E a nevava com vontade. Bom, como todo bom turista calouro saquei a máquina e fiz alguns instantâneos e outras coisinhas mais que ainda não estão prontos.
Nevou por um bom tempo e no outro dia, já sem nevar, estava tudo bonitinho. Branquinho. As árvores, já sem folhagem cobertas de neve. Mas aqui eles são rápidos, na segunda de manhã as ruas e os caminhos na universidade estavam todos limpos. Mas a paisagem branca durou por quase uma semana, até derreter novamente. Foi neve de um domingo só!
Até chegar ontem, outro domingo, e nevar novamente. E ficou tudo branquinho de novo.
Uma coisa que refletia ontem. O português, pelo menos o meu, não tem muitas palavras para descrever a neve. Só temos o verbo nervar, no máximo temos nevasca. Que eu saiba pelo menos. Compare com chuva. Chuva, garoa, tempestade, pé-d'água, temporal, chuvisco... e por ai afora. As duas noites de neve foram diferentes, mas não sei descrever direito. Tentarei.
A primeira vez, digamos, nevou de verdade, em flocos. A segunda vez parecia que alguém estava raspando o congelador da geladeira e jogando do céu. Bem diferente. Mas díficil de explicar, ou não!
Ai seguem os instantâneos, como o Julio gosta que eu me refira as fotos.
A neve caindo, eu e o caminho branco (ou eu e o caminho amarelo, malditas lâmpadas de vapor de sódio!!!), pisando na neve novinha (o que é uma ótima sensação) e eu e os floquinhos de neve!




Sinceromente!?!
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