Sinceromente!?!
quinta-feira, novembro 30, 2006
  Eu e as máquinas
Outro dia falei da minha dificuldade de operar a máquina de café. Vou explicar um pouco melhor essa histórias e outras trapalhadas que aprontei com essas coisas automáticas.

Primeiro eu preciso esclarecer uma coisa, eu adoro essas coisas automáticas. São muito mais práticas e , teóricamente, fáceis de usar. Além disso eu gosto de me virar sozinho. Isso, em muitos casos, evitam atendentes com aquela cara de saco cheio. Eu odeio isso, não gosta do emprego demita-se, mas não trate mal o cliente. Isso me fez lembrar algo que li:"Um cliente é o visitante mais importante em nosso negócio / Ele não depende de nós. Nós somos dependentes dele / Ele não é uma interrupção em nosso trabalho. Ele é o propósito do nosso trabalho / Ele não é um estranho em nosso negócio. Ele é a parte mais importante do mesmo / Nós não estamos fazendo um favor em serví-lo. Ele nos faz o favor de nos dar esta oportunidade." Segundo o site isso é Mahatma Gandhi. Precisa dizer mais alguma coisa? Isso devia ser dado em todo treinamento de funcionários de qualquer empresa. É tão básico!

Voltando ao assunto, só não é fácil usar essas coisas automáticas quando está mal explicado. E normalmente as coisas que estão mal explicadas são aquelas muito comuns que existem faz muito tempo e que teoricamente você deveria saber. Mas não sabe porque acabou de chegar nesse lugar de máquinas automáticas.

A minha primeira experiência com esses seres de outro planeta foi na minha tentativa de comprar leite aqui na residência universitária. Simples, coloca as moedas, escolhe a fileira que está o produto que você quer, abra a porta e pega o produto e o troco. Beleza, simples não? Conseguir errar na primeira vez, essa admito que fui calouro (sorry, calouro é o ser mais burro que já inventaram, mas chega de parenteses por hoje). Abri a porta, mas não tinha girado a plataforma até onde estava o leite que queria. Então naquela noite foi leite puro ao invés do achocolatado.

A segunda foi a máquina de xerox. Essa foi fogo, deu muita raiva. E essa foi um misto de falta de explicação com calourisse. Coloquei o papel que tinha que copiar na máquina, eram três folhas, por isso coloquei do lado de fora no modo automático que vai puxando e guspindo as folhas. O problema foi ter colocado do lado contrário e ter tirado três cópias em branco, jogando fora C$0,15. Custava ter um desenho mostranto o modo de colocar as folhas? Não, vamos tomar dinheiro dos calouros metidos a sabidos. O pior foi que depois que peguei a manha da máquina eu me distraí e fiz a mesma coisa, mais três cópias jogadas foras. É uma anta. Mas uma coisa tem que se falar bem aqui, essas máquinas estão em todo canto, você aluga um cartão por C$1,00 e depois põe crédito e tira você mesmo as cópias. Sem filas, confusão e quando você quiser. E tem até máquinas com moedas, se você não quiser alugar o cartão.

A terceira foi a máquina de café. Essa foi fogo. Elas funcionam mais ou menos igual. Coloca as moedas, escolhe, coloco o copo e pega o café. Beleza, o problema foi quando escolhi o maldito do moccaccino. Eu sabia que tinha que escolher o tipo de café, então logo depois fazer a opção escolhi o café regular. Tranquilo, certo? Que nada, depois que levei café preto na primeira vez, descobri que você tem que esperar a máquina te perguntar qual café você quer. Ou seja, fiz tudo certo, na ordem certa, mas faltou combinar com a máquina, ou melhor, esperar pelas opções certas. Paciência, depois consegui.

A quarta foi uma máquina que não teve erro, a máquina de coca. O preço: C$1,00. As opções: coca-cola, coca-cola e claro coca-cola. Dai não tem calouro que erre.

Sinceromente!?!
 
Comments:
Porra, agora que fui descobrir teu blog...e num da pra ler tudo, eu pago internet neh...descubri por acaso, passando o mouse sobre seu nome na caixinha do msn...sinceromente!?! Take care lad! Mil beijos
 
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Ser sincero não foi uma escolha, foi uma imposição. E nada melhor, ainda mais podendo continuar sincero mesmo omitindo algumas verdade. Este espaço passa a ser o meu principal meio de comunicação com todo o mundo do distante Canadá. Aqui serão expostas sinceras impressões sobre tudo aquilo que me apetecer, ou não.

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